O GOLEIRO DESCONHECIDO QUE PAROU MESSI DUAS VEZES — e Ganha uma FRAÇÃO do que o Argentino Fatura em 1 Dia
Curiosidades08 de julho de 2026

O GOLEIRO DESCONHECIDO QUE PAROU MESSI DUAS VEZES — e Ganha uma FRAÇÃO do que o Argentino Fatura em 1 Dia

Nesta terça-feira (7/7), Lionel Messi entrou para a história de um jeito que NINGUÉM queria: tornou-se o primeiro jogador a perder dois pênaltis na mesma Copa do Mundo, ambos parados pelo mesmo tipo de adversário improvável — goleiros de seleções "azarãs". Contra o Egito, quem defendeu a cobrança foi Mostafa Shobeir, de 26 anos, praticamente desconhecido do grande público. Enquanto Messi acumula uma das maiores fortunas do esporte mundial, Shobeir joga em uma liga onde salários são uma fração do que o argentino ganha em poucas horas. Veja os números por trás desse duelo de gigante contra Davi.

O GOLEIRO DESCONHECIDO QUE PAROU MESSI DUAS VEZES — e Ganha uma FRAÇÃO do que o Argentino Fatura em 1 Dia Prepare-se, porque essa estatística é de doer: Lionel Messi, o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, acaba de entrar para um recorde que ele certamente não queria. O recorde vergonhoso do maior de todos os tempos Nesta terça-feira (7/7), contra o Egito, em Atlanta, Messi desperdiçou um pênalti pela segunda vez nesta única edição da Copa do Mundo — depois de já ter perdido outra cobrança na fase de grupos, contra a Áustria. Nenhum jogador, em nenhuma Copa do Mundo da história, havia perdido dois pênaltis na mesma edição do torneio. Messi agora soma 4 pênaltis perdidos em Mundiais — mais do que qualquer outro jogador já registrou, à frente até de Cristiano Ronaldo e Harry Kane. Quem é o "vilão" (ou herói) por trás disso tudo E o nome por trás desse capítulo constrangedor para o maior camisa 10 da história é Mostafa Shobeir, goleiro egípcio de apenas 26 anos, que se jogou para o lado certo e defendeu a cobrança sem chances para o argentino. Não foi coincidência: Shobeir já vinha de atuações decisivas durante toda a Copa, incluindo outro pênalti defendido na fase de grupos, contra o Irã. Curiosidade a mais: o sobrenome "Shobeir" já é famoso no Egito — o pai de Mostafa, Ahmed Shobeir, também foi goleiro da seleção egípcia há mais de três décadas. Só que, apesar do nome de peso no futebol do país, Mostafa ainda está longe, muito longe, da realidade financeira de quem ele acabou de neutralizar duas vezes. O abismo financeiro que ninguém comenta Aqui está a parte que poucos param pra pensar: enquanto Messi está entre os atletas mais bem pagos do planeta, com ganhos anuais estimados em US$ 140 milhões (cerca de R$ 700 milhões, somando salário e patrocínios), Shobeir joga pelo Al-Ahly, do Egito — clube que, segundo apuração recente, negocia sua venda para a Europa por algo próximo de € 450 mil (cerca de R$ 2,7 milhões), um valor que mal cobriria poucos dias de rendimento do argentino. Para efeito de comparação, os salários mais baixos da própria liga egípcia giram em torno de € 7.200 por ano — ou seja, mesmo Shobeir, que é titular da seleção nacional, atua num mercado onde a realidade salarial está a anos-luz de distância dos valores movimentados por Messi no futebol europeu. Por que essa história já está bombando Tem tudo pra viralizar: o contraste entre o jogador mais rico e mais premiado da história recente do futebol sendo parado, não uma, mas duas vezes, por um goleiro de uma liga com salários que mal chegam a um décimo do que gigantes europeus pagam. É a clássica história do Davi contra Golias — só que, dessa vez, Davi está literalmente defendendo o gol. Resumo da jogada: Messi pode ter uma fortuna bilionária e recordes que ninguém vai alcançar tão cedo — mas, na hora do pênalti, o dinheiro no bolso não bate uma bola. Quem defende é a mão certa, na hora certa, custe o que custar no contracheque. Fontes: CNN Brasil, Goal.com Brasil, ND Mais, Rádio Itatiaia, FootyStats, FIFA.com.

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