Artigos e novidades sobre o futebol brasileiro

De Onde Vem o Dinheiro da Arábia Saudita no Futebol — e Por Que Agora Ela Está Vendendo os Clubes de Volta
O Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita, avaliado em mais de US$ 1,15 trilhão, foi o motor por trás dos salários bilionários que atraíram Cristiano Ronaldo, Neymar e Benzema para a Saudi Pro League. Mas em 2026 a estratégia deu uma guinada: o fundo já vendeu participação majoritária de um dos quatro grandes clubes sauditas para um investidor privado, enquanto Cristiano Ronaldo protagoniza uma "greve" de protesto contra o que chama de desinvestimento do próprio Al-Nassr. Ao mesmo tempo, a estatal saudita Aramco domina a publicidade da Copa do Mundo de 2026. O artigo explica de onde vem esse poder financeiro, por que ele foi usado no futebol e o que essa recente reviravolta revela sobre os limites até de um fundo soberano trilionário.
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A Dívida de R$ 660 Milhões que Está Fazendo o Corinthians Cogitar Vender até o Nome do Próprio Estádio
O Corinthians carrega uma dívida de aproximadamente R$ 660 milhões com a Caixa Econômica Federal, referente ao financiamento da construção da Neo Química Arena — e o contrato de refinanciamento é tão rígido que já bloqueou premiações do clube, incluindo metade do prêmio da Copa do Brasil e a renda integral de um evento gospel realizado no estádio. Para tentar equacionar o problema, a diretoria estuda uma solução pouco convencional: trocar o naming rights do estádio, hoje da Hypera Pharma (Neo Química), possivelmente pela própria Caixa, como forma de abater o saldo devedor. O artigo detalha os números do financiamento, explica os mecanismos legais que dão à Caixa poder sobre as receitas do clube e mostra por que "vender o nome do estádio" virou uma estratégia financeira real, não só um desabafo de torcedor.
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Brasil x Noruega Vale Bilhões: Haaland Sozinho Custa R$ 1,1 Bi — Veja o Que Está em Jogo Além do Placar
Neste domingo (5/7), Brasil e Noruega se enfrentam nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em Nova Jersey, com uma vaga nas quartas em disputa. Mas por trás do confronto entre a favorita sul-americana e a sensação europeia, existe um duelo financeiro digno de nota: o atacante norueguês Erling Haaland tem valor de mercado estimado em R$ 1,1 bilhão — mais do que o valor de mercado de elencos inteiros de clubes brasileiros de ponta. O artigo detalha os números por trás do "artilheiro bilionário" da Noruega, compara com o investimento do Brasil na temporada e explica por que essa partida específica movimenta muito mais dinheiro do que uma disputa comum de oitavas de final.
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Cada Camisa Vendida na Copa Rende à CBF: Entenda o Contrato de R$ 1 Bilhão por Ano com a Nike
Pela primeira vez na história, a CBF vai receber royalties sobre cada camisa da Seleção Brasileira vendida no mundo — um benefício inédito garantido no novo contrato com a Nike, que passou de US$ 35 milhões para até US$ 120 milhões por ano, podendo somar R$ 1 bilhão anual com bônus e royalties. Assinado até 2038, o acordo é chamado internamente de "o maior contrato da história do futebol" pela própria CBF. O artigo explica os números completos da renovação, mostra por que esse modelo de royalties muda o jogo financeiro da entidade e destrincha por que a Copa do Mundo de 2026 é o primeiro grande teste desse novo contrato.
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Fim do Monopólio: Como a CazéTV Fatura Alto ao Quebrar 30 Anos de Reinado da Globo na Copa do Mundo
Pela primeira vez em décadas, a Globo não detém a exclusividade da Copa do Mundo no Brasil — e o resultado é uma guerra bilionária de audiência e publicidade digital. A CazéTV, que transmite os 104 jogos do torneio gratuitamente pelo YouTube, registrou crescimento de audiência de 66% ao longo da fase de grupos, enquanto Globo e SBT avançaram apenas 4%. O artigo explica como funciona essa nova divisão do mercado de transmissão esportiva, por que isso representa uma revolução no modelo de negócio da mídia esportiva brasileira, e como cada emissora está monetizando de forma diferente o mesmo produto: o futebol.
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O "Bicho" da Seleção: Jogadores do Brasil Já Garantiram R$ 21 Milhões — Veja Quanto Cada Um Pode Ganhar em Caso de Hexa
Com a classificação às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, o elenco da Seleção Brasileira já garantiu R$ 21 milhões para dividir entre si — o tradicional "bicho" pago pela CBF a cada fase superada. Se o Brasil for campeão, a expectativa é que cada um dos 26 convocados embolse cerca de R$ 5,2 milhões, somando mais de R$ 135 milhões só para o elenco. O artigo explica como funciona a divisão desse dinheiro entre jogadores e comissão técnica, mostra a tabela completa de premiação por fase e conta a história de por que a CBF decidiu fechar esses valores antes mesmo do início do torneio.
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O blog do Resenha Premiada é um espaço dedicado à comunidade do futebol brasileiro. Aqui você encontra artigos sobre a história do futebol, dicas de equipamentos, análises de clássicos, curiosidades sobre os grandes times e muito mais. Nosso objetivo é criar conteúdo de qualidade que ressoe com a paixão de quem vive o futebol no dia a dia.



